Organizações da sociedade civil, parentes e amigos dos cinco jovens entre 16 e 25 anos fuzilados por policiais militares há uma semana, em Costa Barros, na zona norte do Rio, se reuniram na manhã deste sábado, 5, para protestar contra o episódio e fazer um apelo ao governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) por apoio psicológico. Ele foi chamado de “covarde” pela associação de moradores.
A manifestação começou no Parque
Madureira, área de lazer carioca, onde os amigos tinham ido fazer um
passeio no dia do crime. Na volta, o Palio onde estavam, foi atingido
por 63 tiros. Pelo menos 111 foram disparados. Os jovens Wilton Júnior,
de 20 anos, Wesley Rodrigues, de 25, Cleiton Corrêa de Souza, de 18,
Carlos Eduardo da Silva de Souza, de 16, e Roberto de Souza Penha, de 16
anos foram executados por policiais. O caso ocorrido, motivaram
protestos feitos por habitantes do Rio de Janeiro, em solidariedade às
famílias das vítimas.

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