As agressões aconteceram dentro da unidade
mista de saúde de Tibau do Sul, no litoral sul do Rio Grande do Norte, e
foram gravadas por funcionários da unidade.
O MP argumentou que o agressor planejava
antecipar uma viagem para o Canadá, onde supostamente passaria a morar.
Na decisão, a juíza solicita que a Polícia Federal monitore o suspeito
do crime e impeça que ele deixe o país sem prévia autorização judicial. A
magistrada também determinou que Guilherme Mendes deve comparecer
mensalmente à Justiça.
De acordo com o Ministério Público, ao em
vez de ser liberado após a assinatura de um Termo Circustanciado de
Ocorrência (TCO), o agressor deveria ter sido preso em flagrante e solto
somente após o pagamento de fiança.
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